sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ah! O coração dum poeta ninguém doma!...


Esfinge singular! Beleza de Madona!


Podem chamar presto primeiro cangaceiro


Para esfolar as minhas carnes por dinheiro,


Que o meu eterno leito de galinha choca


Jamais o trocaria pelo de Procusto.


Na singularidade do poeta Augusto,


O amor na humanidade é uma pororoca,


Ascende o instinto humano do absconso profundo,


E o vil metal esfola o amor em um segundo.


__Júnior Façanha me chamava de besouro!...


Minha feição era uma trágica futura


Assombração de que se vê em noite escura,


Naquele tempo da canção Ouro de Tolo



AGALMA:Helder Alexandre Ferreira

Nenhum comentário:

Seguidores

DOXA