Ah! O coração dum poeta ninguém doma!...
Esfinge singular! Beleza de Madona!
Podem chamar presto primeiro cangaceiro
Para esfolar as minhas carnes por dinheiro,
Que o meu eterno leito de galinha choca
Jamais o trocaria pelo de Procusto.
Na singularidade do poeta Augusto,
O amor na humanidade é uma pororoca,
Ascende o instinto humano do absconso profundo,
E o vil metal esfola o amor em um segundo.
__Júnior Façanha me chamava de besouro!...
Minha feição era uma trágica futura
Assombração de que se vê em noite escura,
Naquele tempo da canção Ouro de Tolo
AGALMA:Helder Alexandre Ferreira
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