Ao sopro da procela se inicia
No mar revolto mar navegarão
As ondas sobre mim evocarão
Os mares agitados do meu dia
Um dia que me seja é infinito
Como o oceano em mim desabarão
Nos temores do mar dessa paixão
Os castelos de areia do meu mito
A palma do destino que me deu
Este boi das piranhas que sou eu
Outras formas de vida nascerão
Esperança matéria corrosiva
Do mar perene mar em carne viva
Nos temores do mar dessa paixão
VITRA: Poesias
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