segunda-feira, 8 de setembro de 2008

O C E A N O

Ao sopro da procela se inicia

No mar revolto mar navegarão

As ondas sobre mim evocarão

Os mares agitados do meu dia



Um dia que me seja é infinito

Como o oceano em mim desabarão

Nos temores do mar dessa paixão

Os castelos de areia do meu mito



A palma do destino que me deu

Este boi das piranhas que sou eu

Outras formas de vida nascerão



Esperança matéria corrosiva

Do mar perene mar em carne viva

Nos temores do mar dessa paixão


VITRA: Poesias






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