A voragem do amor alucinado
Assanha o tegumento do convexo.
A volição frenética do sexo,
Instinto subjetivo, simboliza
Este sonho nubívago, aterrissa
No sudário de Vênus, revelando
A sensibilidade flutuando
Na superfície dessa carne lisa...
Por onde o gozo físico desliza,
O verdadeiro amor dessacraliza
O amor paradisíaco de Dante;
Por onde a natureza inteligente,
No simultâneo olhar, planta a semente
Da força soberana fecundante.
VITRAL: Posias
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