O J I P E C I N Z A
No jipe de ir embora, a muito fria
Máquina de fazer felicidade,
Intumescendo a sensibilidade
Os movimentos d’alma em demasia,
Infância dessa estrada, a poesia,
Magia unificando os hemisférios
Dos olhos congelados de mistérios
Em tantalizações e fantasia.
Em cada infância longe amanheceu
O fogo da paixão de Prometeu,
São as cinzas do jipe pela estrada
Do sol que vai nascer no meu quintal,
Onde a brisa primeira auroreal
Acorda vezes mil a doce quadra!
Helder Alexandre Ferreira
V I T R A L: Poesias
Terça-feira em Prosa e Verso – 14/12/2004
Alexandre569@bol.com.br
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