sábado, 15 de março de 2014

DING DONG DING DONG


O que não é visto no céu de anil
O que não é visto no céu de anil
O que não é visto a olho nu
O que não é visto a olho nu
Pelo crânio calvo da aviação
O silêncio prateado
O silêncio pranteado
...
O que não é visto pelos radares
Entre nuvens soltas no sem-fim dos mares
Para o alto some sem explicação
Pelo crânio calvo da aviação
O silêncio prateado
O silêncio pranteado
Na austera abóbada alta some
O coração a boca em síntese a caixa-preta
E a fumaça preta no sem-fim dos mares

O que não é visto no céu de anil
O que não é visto no céu de anil
O que não é visto a olho nu
O que não é visto a olho nu
O silêncio prateado
O silêncio pranteado

Não é o grito só de uma pessoa
Na austera abóbada alta que voa
Entre nuvens soltas do sem-fim dos mares
É o coração a boca em síntese os olhares
O que é visto se é que é visto pelos radares
Do crânio calvo da aviação
Entre nuvens soltas no sem-fim dos mares
Para o alto some sem explicação

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