Amo
a razão. Mas amo o indecifrável
Dos
amores, a incógnita finda...
Se
a noite chega posso amar ainda
Que
seja tarde para enlouquecer.
Minha
visão por mais surrealista
Acredita
no meu fazer poético:
A
vidamor do meu amor patético
Ama
a falta de amor no meu reverso.
Os
olhos, estes fachos de luares,
E
os versos que componho nos altares,
Manjares
de sonhar no coração...
Contra
os ventos do mal que me perpassa
A
emoção da palavra feito graça
No
suave veneno da paixão.
Helder Alexandre Ferreira
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