BIOTIPO MONSTRO DA LAGOA
Olho nele
É o biotipo monstro da lagoa
Da linotipo essa paloma voa
Rechina o brilho do olhar dele em cima
Da construção
Brilha nos olhos
Dele os acordes de um violão
O samba dele é uma construção
Que não definha
Às vezes tinha
De madrugada gente no portão
De olho nele um querubim ladrão
Ele advinha
Que o samba dele
Não faz sucesso em nenhum rincão
Ele não canta na televisão
Para a menina
Essa Paloma
Não é para os seus belos olhos não
Até o fim ele não vai mais não
E essa menina vai ficar com a gente
Olho nele
O querubim ininterruptamente
Sacode as asas abruptamente
É o biotipo monstro da lagoa
samba dele
Desabalado procurando a fonte
Vestiu a pele do rinoceronte
Rodopiando na televisão
Que não definha
Às vezes tinha
De madrugada gente no portão
De olho nele um querubim ladrão
Ele advinha
Que o samba dele
Não faz sucesso em nenhum rincão
Ele não canta na televisão
Para a menina
Essa Paloma
Não é para os seus belos olhos não
Até o fim ele não vai mais não
E essa menina vai ficar com a gente
Olho nele
O querubim ininterruptamente
Sacode as asas abruptamente
É o biotipo monstro da lagoa
samba dele
Desabalado procurando a fonte
Vestiu a pele do rinoceronte
Rodopiando na televisão
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