domingo, 16 de dezembro de 2012

21 DE DEZEMBRO





Prófugos relâmpagos da noite submersa,

Eu vos odeio por revelação, de sorte

Que o justo aqui é torturado até a morte,

Amontoado de lombrigas na cabeça.

Como a serpente odeia a pata do cavalo,

Eu vos odeio por revelação divina,

Tomai cuidado ou vos jogo na piscina,

Com  sensações normais de um sardanapalo.

Eu vos odeio debaixo do império romano,

Com toda a força do meu ódio luterano,

__Estou pregado nesta cruz de sobretudo;

Eu vos insulto pelo pão de cada dia,

Porque estou morto para o mal de cada dia,


Por minha opinião formada sobre tudo.                       
         

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