N G E L A C A R T W R I G H T
Oh mulher de barriga bonita
Essa Ângela Cartwright!
_Nunca vi barriga mais Light
Onde o céu se reflete mudo
Às estrelas que ao céu é dado Ter.
Oh sereia de barriga bonita,
Onde o profeta Jonas se dana
Dada à força soberana
Que emana da hipotenusa.
_Nem a serpente do velho Nilo
Ou princesa gentil de trovadores
Têm no chip mais amores
Do que Ângela Cartwright.
Vem
Do fundo do rio azul-garrafa,
Onde o céu se reflete mudo,
Um pégaso de crinas vermelhas
Que se alimenta do sangue da saudade
Oh sereia interplanetária
De música úmida e zefirina,
A sua flor uterina
Perfuma as crinas da hipotenusa.
Hélder Alexandre Ferreira
V I T R A L : Poesias
Terça-Feira em Prosa e Verso 13/10/2004
E-mail: alexandre569@bol.com.br
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